Brenda Kauane Silva
de Morais 9º A
O dia era de sol e
eu estava desfrutando uma paisagem agradável no Parque do Carmo.
Estava sentada na
grama em baixo de uma cerejeira e reparei em um casal apaixonado fazendo
piquenique. Era um amor tão intenso! A moça tão apaixonada por seu namorado
quanto ele por ela, como se nenhum problema pudesse afetar aquele amor. Tinham
vindo aproveitar a trigésima festa das cerejeiras, um evento romântico e muito
belo, onde as pessoas curtem as maravilhas da natureza cercadas por árvores com
flores caindo, parecendo um imenso tapete.
Comidas
típicas do Japão, danças e apresentações, fazendo um lugar bonito fervilhar de
cultura e também de gente. Todo ano é assim: pessoas de todos os lugares de São
Paulo se juntam para apreciar o festival anual das cerejeiras.
O
casal corria os olhos ao redor como se tivessem voltado a ser crianças e tudo
que estavam vendo fosse novidade. Um deles comentou: “Que bom seria se as
crianças dessa nova geração soubessem aproveitar a natureza e deixassem de lado
celulares e videogames por algum tempo!”
Ao
mesmo tempo estranharam esse comentário inesperado, afinal também eram ligados
nessa tecnologia, mas era real: as crianças estão esquecendo as coisas que
existem no mundo lá fora.
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